12 de dez de 2017

Terapia Menstrual





Terapia Menstrual

O sistema de atendimento de Terapia Menstrual foi criado pela Argentina Zulma Moreyra e segundo ela: “É um conjunto de saberes ancestrais femininos que foram compilados, recriados e reforçados com técnicas de cura energética. A terapia menstrual busca guiar a mulher em um reconhecimento mais profundo de seu ciclo menstrual e de sua vida como ser feminino, um contato mais consciente com seu sangue menstrual, recuperar a importância dos ritos de passagem para conectar uma etapa da vida com a outra. Tudo isso, permite capitalizar suas energias, recuperar a autonomia do seu corpo; é uma medicina física, mental e espiritual para si mesma, elevar sua autoestima, ter segurança em si mesma, entre outros benefícios pessoais e de acordo com o interesse de cada mulher.”

Através da observação, do reconhecimento e retorno a ciclicidade é possível se chegar aos traumas (feridas portais) da vida da mulher e assim,  trabalhá-las uma a uma.

Aqui na Agnes’ Natuterapias, o atendimento consiste no ciclo de seis encontros (como preconiza a criadora) e nesses encontros acontecem aplicações de variadas terapias (relaxamento, meditação, dança circular, arteterapia, constelação sistêmica, florais, homeopatias e plantas medicinais), onde são reproduzidos todos os ritos de passagem importantes, para resgatar e resignificar, memórias e fases da vida da mulher.

A Terapia Menstrual na Agnes' Natuterapia faz parte do Projeto Conexão Gaya que engloba vários trabalhos com Círculos Femininos, Masculinos e de Casais.

Atendimento individual, ou em grupo.

Maiores informações:
Fones: 55-11-2805-4917/2129-7401/97139-7192(Vivo)/97961-0313(Tim)/96172-1110(Claro)/97974-1396 (Oi)

e-mail: agnesnatuterapias@gmail.com

           contato@agnesnatuterapias.com.br



Jogo Iniciático da Oca





Jogo Iniciático da Oca
Um Mapa Esotérico para Percorrer o Caminho de Santiago


Um trabalho que se apresenta como profunda ferramenta de auto-conhecimento e que envolve os arquétipos dos Arcanos Maiores do Tarô, Numerologia, Astrologia e resgata aspectos da simbologia templária.

Podemos utilizar em nossa própria vida, assim como aqueles que queiram utilizar em consultório, que pode contribuir muito, tanto com o entendimento do processo de vida, como com a leitura do momento atual.

É uma vivência incrível, que mais do que um jogo ou uma meditação no Labirinto, simboliza o caminho de vida percorrido por uma pessoa.

O Jogo da Oca possui 63 casas, distribuídas em forma espiral. O número 63 era considerado, na Antiguidade, o ponto culminante da vida do homem, a soma das Sete Idades cada uma formada por nove.

A proposta reescrita por  Helena Gerenstadt vai além da simples inclusão dos arcanos maiores do Tarô, da numerologia e da astrologia ao Jogo do Ganso. Buscou fundamentação nos variados formatos de labirinto e percorreu símbolos da tradição medieval, templários, lendas, dentre elas de Santiago de Compostela.

No jogo com a nova roupagem dela, traz a trajetória de um peregrino, que reproduz o Caminho de Santiago e que deve levar o buscador até sua meta, trazendo autoconhecimento.

Como o labirinto também é um instrumento radiestésico, nos dá cura e transformação.
Em suma é um jogo transformador com plena certeza!


O Jogo da Oca consiste num jogo de tabuleiro que possui um labirinto, onde o atendido traz uma questão e essa questão é trabalhada nesse labirinto através dos vários conhecimentos já citados.  No caminhar do atendimento, o atendido vai ganhando conhecimento e entendimento para si e para a questão trazida e consequentemente, por se tratar do labirinto um instrumento de radiestésico, também cura para ambos.

Seja também um peregrino, faça a sua caminhada através do Jogo da Oca.

Maiores Informações:

Fones: 55-11-2805-4917/2129-7401/97139-7192(Vivo)/97961-0313(Tim)/96172-1110(Claro)/97974-1396 (Oi)

e-mail: agnesnatuterapias@gmail.com

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16 de jun de 2017

Espinheira Santa










ESPINHEIRA-SANTA, Maytenus ilicifolia, cancerosa, erva-cancrosa, congorça

Na medicina caseira vem sendo empregada de longa data no tratamento de problemas estomacais (gastrite e úlceras). As pesquisas com esta planta inciaram-se na década de 60 estimuladas por sua eficácia no tratamento de úlceras e até mesmo do câncer. Estudos iniciais revelaram que esta planta, bem como algumas outras do gênero Maytenus, contém compostos antibióticos que mostraram potente atividade antitumoral e antileucêmica em doses muito baixas. Na medicina tradicional é usado atualmente o emplastro de suas folhas aplicado localmente no tratamento do câncer de pele. O decocto de suas folhas é usado em lavagens para o mesmo tratamento; seu uso mais popular é no tratamento de úlceras, indigestão, gastrites crônicas e dispepsia. Contra afecções gástricas e duodenais e gastrite crônica). Nos EUA, o extrato de suas folhas vem sendo empregado para úlceras, para recomposição da flora intestinal e inibição de bactérias patogênicas, como laxante, para eliminar toxinas através dos rins e pele, para regular a produção de ácido clorídrico do estômago e para vários outros males. (1)



Constituintes químicos
: ácidos tânico, clorogênico, maytenóico, salasperônico, salicílico, d-amirina, taninos (4'-metil epigalocatequina e seu epímero 4'-metil-ent-galocatequina), ansamacrólidos tipo maitanosídeos, glucosídeos, triterpenos quinóides e dímeros (maitensina, maitomprina, maitambutina, atropcangorosina A, pristimerina, isopristemerina III, tingenona, isotingenona III, congoaronina, congorosina A e B, friedooleanan-5-en-3, b-29-diol D, friedooleanan-29-ol-3-ona D, ilicifolina, maitenina maitanbutina, maitolidina); diterpenos (dispermol, maitenoquinona), lactonas (maitanprina, maitansina), cafeína, polifenóis flavonóides (quercetínico e kaempferólico), substâncias nitrogenadas, carotenóides, óleo essencial, mucilagens, açúcares livres; sais minerais (ferro, enxofre, sódio, cálcio) e resinas; triterpernos friedelina, friedelanol, lupeol, lupenona, simiarenol, beta-amirina, beta-sitosterol, estigmasterol, campesterol, ergosterol, brassicasterol, a-tocofenol, esqualeno, ácido hexadecanóico, terpenóides (maitesina), maiteno, leucoantocianinas, proantocianinas.

As sementes contém 10 a 12% de óleo fixo. O conteúdo de taninos pode chegar a 4,6%.

Propriedades medicinais da Espinheira Santa: adstringente, analgésica, antiácida (poderosa), antiasmática, antiespasmódica, antidispéptica, antiinflamatória, antiulcerogênica (casca em decocção), antisséptica, antitumoral, aperiente, balsâmica, carminativa, cicatrizante, colagoga, contraceptiva, desinfetante, digestiva, diurética fraca, emenagoga, eupéptica, febrífuga, estomáquica, laxativa, reguladora da fertilidade, sialogoga, tônica, vulnerária.

Indicações : gastrite crônica, gases, fermentações gastrintestinal, doenças da pele (acne, eczema, eczemas, ulcerações, herpes, afecção pruriginosas), moléstias do estômago, úlceras pépticas; males hepáticos e renais; azia, vômitos e digestão, irritações estomacais, atonia gástrica, hiperacidez, gastralgias; inflamação, vômito.

Parte utilizada da Espinheira Santa, Maytenus ilicifolia: folhas, cascas, raízes.


Contra-indicações/cuidados :

 não é recomendada para crianças, gestantes e lactantes. Evite o uso em caso de hipersensibilidade (detectada em um número reduzido de pessoas).

Efeitos colaterais da Espinheira Santa: pode provocar contrações uterinas e reduzir a produção de leite nas mulheres.
O extrato aquoso é abortifaciente em ratas grávidas (100mg/k g i.p.) e citotóxica em células Leuk-P 388, CA9kb e V79.
A administração por via oral de infusão e liofilizados de folhas, não mostrou qualquer efeito tóxico em doses de até 1.600 vezes superiores aquelas recomendadas.


Modo de usar

- A infusão das folhas, o chá das cascas e raízes (preparado por decocção) e os extratos, tinturas e cápsulas são indicados para o tratamento de úlceras, indigestão, gastrite crônica, dispepsia, constipação intestinal, eczemas, falta de apetite, astenia, asma, flatulência, anemia, insuficiência hepática, doenças dos rins e bexiga, feridas e furúnculos;
- Infusão: 2 colheres das de sopa de folhas secas picadas ou 12 folhas frescas grandes em 1 litro de água. Tomar antes das principais refeições;
- Decocção: 30 g de folhas picadas em ½ litro de água. Ferver e, após esfriar, tomar 3 xícaras ao dia (úlcera interna);
- Compressas: ferver 10 folhas em ½ litro de água. Esfriar e aplicar topicamente em feridas;
- Tintura: 2 colheres das de sopa a cada 8 horas;
- Infusão: 20 g para 1000 ml de água. Tomar 3 a 4 xícaras ao dia;
- Pó: 400 mg de pó, 1 a 2 vezes ao dia;
Obs.:
- atualmente, o tratamento de câncer é bastante estudado;
- uma pesquisa prévia revelou que a Espinheira Santa, Maytenus ilicifolia possui compostos antibióticos (maitesina e maiteno), com potente ação antitumoral, especialmente contra a leucemia.


http://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Maytenus_ilicifolia.htm

 Pesquisado por: Regina Yassoe Fukuhara, aluna do Curso de Plantas Medicinais - Agnes' Natuterapias

Xarope de Abacaxi











Abacaxi “ Ananas comosus”

O Abacaxi é rico em nutrição, sendo uma excelente fonte de carboidratos e fibras alimentares. Além disso, O Abacaxi contém uma grande quantidade de vitaminas e minerais, tais como a Vitamina AVitamina C, Vitamina B, ZincoMagnésioFósforoCálcioFerro e sódio. 

É rico em Vitamina C. Isso ajuda na geração de sucos digestivos que irá desintegrando as partículas dos alimentos. A bromelaína é um tipo de enzima presente no Abacaxi que ajuda a quebrar as partículas de proteína.

Eles são conhecidos por atuar como um agente de neutralização e, portanto, evitar a acidez no estômago. É aconselhável comer Abacaxi quando uma pessoa está sofrendo de síndrome do intestino irritável e flatulência, pois ajuda a acalmar a mucosa do estômago e intestinos.

Previne Resfriado, Tosse e Gripe: Devido a sua grande Quantidade de Vitamina C, o Abacaxi torna-se bastante benéfico em prevenir gripes e resfriados. 

Bromelina presente no Abacaxi tem propriedades que suprimem a tosse e podem ajudar a soltar o muco. Mesmo bronquite e asma podem ser prevenidas por seu consumo devido ao afinamento do muco e desobstrução de brônquios. Abacaxi juntamente com mel é recomendado para uma pessoa que tem dor de garganta.

Fortalece os ossos: O Abacaxi contém magnésio, que ajuda no fortalecimento dos ossos. Estes minerais ajudam na construção dos ossos e tecidos conjuntivos. Ele também contém Vitamina C, que auxilia na prevenção de várias doenças dos ossos e tem propriedades anti-inflamatórias. O teor de Cálcio também é bastante adequado no Abacaxi. Tiamina e biotina presente no Abacaxi também são úteis para fazer os ossos mais fortes.

Benefício para Coração: O Abacaxi devem ser consumido por pacientes que têm doenças relacionadas com o coração. A bromelaína é uma enzima presente no Abacaxi que ajuda a diminuir a viscosidade do sangue. Isso ajuda na fácil circulação do sangue através do corpo evitando traços de coração e ataques cardíacos.

Contra a Degeneração Macular: O Abacaxi contém betacaroteno, que ajuda as retinas dos olhos. Estudos feitos descobriram que o consumo de abacaxi pode reduzir significativamente o risco de degeneração macular relacionada à idade.

OUTROS BENEFÍCIOS DO ABACAXI

  • Bromelina presente no Abacaxi tem propriedades anti-inflamatórias e, assim, ajuda na prevenção de artrite e dor nas articulações.
  • As doenças de pele, como o acne rosácea, dermatite, eczema, psoríase e pode ser impedida por seu consumo devido às propriedades anti-inflamatórias.
  • A imunidade pode ser aumentada com o consumo do Abacaxi, por ser uma boa fonte de Vitamina C, que irá ajuda na luta contra várias doenças microbianas.
  • Os Minerais como, o potássio ajuda a controlar a pressão arterial e freqüência cardíaca.
  • O Abacaxi é rico em Cobre, que desempenha um papel importante como um co-fator na síntese de células vermelhas do sangue.
  • O Abacaxi tem propriedades antioxidantes, devido à presença de vitamina A e mostrou-se ser eficaz em proteger contra o cancro do pulmão e oral.

Xarope de Abacaxi

Ingredientes:
1 Abacaxi
 ½ kg de açúcar cristal orgânico ou ½ kg de mel.

Preparo:
Cortar o abacaxi em cubinhos e bater no liquidificador a fim de obter o suco da fruta.
Colocar o suco e o açúcar numa panela e deixar a panela em fogo médio até ferver e depois em fogo baixo até reduzir o volume a 1/3 do início.
Retirar do fogo, coar e colocar num vidro.
Conservar em geladeira.

Administração:
Uma colher de chá 4 vezes ao dia para crianças com menos de 6 anos. Uma colher de sobremesa 4 vezes ao dia para crianças grandes acima de 6 anos. Uma colher de sopa 4 vezes ao dia para adultos.


Obs.: Caso você utilize mel, adicionar o ½ kg de mel quando o xarope reduzido estiver morno ou frio.

Pesquisado por: Renilde Santos, Terapeuta Naturopata especialista em Plantas Medicinais, Florais e Homeopatias.

Ministrante de Cursos nas áreas Holísticas e Esotéricas em destaque o de Plantas Medicinais pela Agnes’ Natuterapias.

7 de jun de 2017

Dente de Leão

DENTE-DE-LEÃO, Taraxacum officinale,
alface-de-cão, amargosa, chicória-silvestre









Esta planta é usada na medicina tradicional desde tempos remotos na Europa. No Brasil é considerada diurética potente, sendo empregadas suas folhas, raízese capítulos florais, para dores reumáticas, diabetes, inapetência, afecções da pele, hepáticas e biliares, prisão de ventre e astenia.

Na sua composição fitoquímica destaca-se a presença de óleo-resina, alcaloides (taraxina), taninos, carotenoides, colina, fitoesterol, sais minerais (principalmente potássio) e principalmenteamargo (taraxicina). (1)



Constituintes químicos: ácido cafeico, ácido cítrico, ácido dioxinâmico, ácido p-oxifenilacético, ácido tartárico, ácidos graxos, alcaloides, amerina, aminoácidos, apigenina, carboidratos, carotenoides, cobalto, cobre, colina, compostos nitrogenados, estigmasterol, ferro, fitosterol, flavonoides, fósforo, frutose, glicosídeo (taraxacosídeo), inulina, lactucopicrina, látex, levulina, luteolina, magnésio, matéria graxa, mucilagem, níquel, óleo essencial, pectina, potássio, pro-vitamina A, resina, sais de cálcio, saponinas, silicatos, sitosterol, soda, sódio, stigmasterol, taninos, taraxacina, taraxacosídeos, taraxasterol, taraxerol, vitaminas: A, B1, C, PP, D; xantofilas. 


Propriedades medicinais: alcalinizante, anódina, antianêmica, anticolesterol, antidiarreica, antiescorbútica, antiflogística, anti-hemorrágica, anti-hemorroidária, anti-hipertensiva, anti-inflamatória, antilítica biliar, antioxidante, antirreumática, antiúrica, antivirótica, aperiente, bactericida, carminativa, colagoga, colerética, depurativa, desobstruente das vísceras abdominais, diurética, digestiva, estimulante, expectorante, febrífuga, fortificante dos nervos, galactagoga, hepática, hipocolesterolêmica, hipoglicêmica, laxante suave, nutritivas, problemas do fígado, sudorífica, tônica. 


Indicações: ácido úrico; acidose, acnes, afecções biliares, afecções hepáticas, afecções ósseas, afecções renais, afecções vesicais, aliviar escamações da pele, aliviar irritações da pele, aliviar vermelhidões na pele, anemias; arteriosclerose, astenia, baixa produção de leite por lactantes, cálculos biliares; câncer, cárie dentária, celulite, cirrose, cistite, colecistite (inflamação da vesícula biliar); colesterol, constipações, depurativo para todo o organismo, dermatoses, desordens hepatobiliares, desordens reumáticas, diabetes, diluir gorduras do organismo, distúrbios menstruais; diurético, doenças de pele, doenças ósseas, eczemas, edemas; escarros hemoptoicos, espasmos das vias biliares, esplenite (inflamação do baço); excesso de colesterol, falta de apetite, fígado, fraqueza; gota, hepatite; hidropisia; hiperacidez do organismo, hipoacidez gástrica, icterícia, impurezas no sangue, insuficiência hepática; litíase biliar, manchas na pele, nefrite, obesidade, obstipação, oligúria, palidez; paludismo, pele, piorreia, prevenção de derrames, prevenir a gota, prevenir artritismo, prevenir cálculos renais, prevenir cárie dentária, prevenir doenças das gengivas, prevenir reumatismo, prisão de ventre, problema hepáticos, problemas digestivos, radicais livres, renovar e fortalecer o sangue, reumatismo; rugas, sardas, tonificar o sistema sexual, varizes, verrugas, vesícula. 


Parte utilizada: rizoma, folhas, inflorescência, sementes. 


Contra-indicações/cuidados: não usar na gravidez. É contra indicado em casos de pessoas com sensibilidade gastrintestinal, acidez estomacal, com obstrução no duto biliar; no caso de cálculos renais, usar a planta apenas sob a supervisão de um médico.
Podem ocorrer náuseas, vômitos, diarreia, pirose, reações alérgicas.


O látex da planta fresca pode produzir dermatite de contato.



Em uso interno, pode causar moléstias gástricas, como hiperacidez. Para evitar associar o malvavisco ou outra planta mucilaginosa.
O uso de diuréticos em presença de hipertensão ou cardiopatia, só sob prescrição médico, dada a possibilidade de ocorrer descompensação tensional ou eliminação de potássio excessiva com potencialização dos efeitos dos cardiotônicos (no caso do dente-de-leão o risco é menor por ser ele rico em potássio). 


Modo de usar: infusão, decocção, vinho. 

Folhas:
- suco: bater no liquidificador 4 folhas, 1 copo d'água e gotas de limão. Tomar 2 a 3 colheradas do suco ao dia. 

- secas: 4 a 10 g três vezes ao dia ou por infusão.
- infusão: 10 g de folhas por litro de água, como tônico e depurativo, 3 xícaras de chá por dia.
- sumo das folhas: cálculos renais e fígado. 

Uso externo: vitiligo.
- folhas novas são usadas em saladas; as folhas velhas, refogadas e comidas como verdura; 

Flores:
- fritas.
- em saladas, maioneses e geleias; 

Sementes:
- torradas e moídas, podem ser usadas como "café de chicória". 

Rizomas:
- comidas cruas ou cozidas, cortadas em fatias.
- deixar macerar por 1 dia 1 colher das de chá de raízes secas em 1 xícara das de chá de água. Tomar ½ xícara antes das refeições: desintoxicante hepático e depurativo;
- 2 a 3 colheres de chá das raízes secas em 250 ml de água. Ferver 10 a 15 minutos. 

Tomar 3 vezes ao dia.
- 1 colher de chá de raízes secas em ½ copo de vinho tinto seco. Deixar macerar 10 dias. Tomar 1 cálice antes das refeições: aperiente;
- raiz pulverizada: 1 g por dose, 4 g por dia.
- extrato fluido: 30 gotas, 3 a 4 vezes ao dia.
- macerar 1 colher-de-chá de raízes picadas em uma xícara de água, durante uma noite. Ferver no dia seguinte por cerca de 1 minuto. Tampar e deixar esfriar. Coar e tomar meia xícara em jejum e a outra metade após o café da manhã do mesmo dia: depurativo e desintoxicante; 

- tintura (1:5): 5 a 10 ml em 25% etanol, 3 vezes ao dia. 

Raízes e folhas:
- 2 colheres-de-sopa de raízes e folhas picadas, em 1 litro de água. Ferver por 3 minutos, tampar até esfriar. Coar, tomar durante o dia, dividido em várias doses: diurética. 

- tintura mãe: 50 gotas, 3 vezes ao dia.
Raízes, flores e folhas novas podem ser consumidas cruas em saladas como estimulante da digestão. 

Planta toda seca pulverizada: 1 g por dose, 3 a 4 vezes ao dia.

Pesquisado por: Regina Yassoe Fukuhara, aluna do Curso de Plantas Medicinais - Agnes' Natuterapias



Moringa - A Árvore da Vida

MORINGA (Moringa oleifera Lam.)









Família: Moringaceae

Sinônimos botânicos: Guilandina moringa L., Moringa moringa (L.) Millsp., Moringa pterygosperma Gaertn., Moringa zeylanica Burmann. 

Origem: Índia

Introdução no Brasil: Década de 50 e ela foi introduzida como planta ornamental e também como uma planta apícola (porque produz flores durante boa parte do ano).

Regiões do Brasil onde é encontrada: Nordeste, principalmente nos estados do Maranhão, Piauí e Ceará. Região Sudeste (São Paulo) e Centro-Oeste, principalmente Mato Grosso do Sul (Pantanal).

Nomes Populares: lírio-branco, quiabo-de-quina, acácia-branca, árvore-dos-milagres, morango, muringueiro. 

Partes Utilizadas: Folhas, cascas, raízes, flores e vagens (frutos).

Obs.: as raízes também podem ser consumidas e nesse caso é preciso retirar a casca, que é tóxica. Ela é comestível e tem um sabor picante que se assemelha ao do rabanete, segundo o pesquisador do Embrapa Frederico Lisita.

As folhas de moringa são ricas em β-caroteno, Proteínas, Vitamina C, Cálcio e Potássio. Folhas, flores e sementes da Moringa oleifera são consideradas fonte natural de antioxidantes.

Propriedades medicinais: abortífero, afrodisíaco, aglutinante (sementes), alimentício (folhas), analgésico (raízes e casca), antibacteriano (casca), antibiótico, anticonvulsivante, antidiabético, antidiarreico, antiedêmico, antieplético (suco das raízes), antiespasmódico, antifertilidade (raízes e casca), antifúngico, anti-helmíntico (vagens), antiinflamatório (raízes e casca), antimicrobiano,antioxidante, antiparalí tico (raízes e frutos), antipirético (vagens), antisséptico, antitumor, antiviral (raízes e casca), aperiente, broncodilatador, cardiodepressor, cardiotônico (suco das raízes), carminativo, cicatrizante, colagogo (flores), colerético, contraceptivo, depressor do sistema nervoso central, depurativo, diurético (flores), embólico, emenagogo, emético, espasmogênico, espasmolítico, estimulante (flores), estomáquico, estrogênico, expectorante, febrífugo, fungistático (casca), hipoglicemiante (casca e flores no vapor), hipotensivo, imunoestimulante, imunossupressor, lactagogo, laxativo (raízes), litolítico, mutagênico, piscicida, protisticida, rubefasciente (uso externo), sedativo, uterotônico, vasoconstritor, vermífugo (flores e sementes), vesicante, vibriocida. 

Indicações de uso medicinal da folha como: purgativo, analgésico, antiinflamatório e o suco é utilizado como hipoglicêmico (baixa os níveis de glicose no sangue). 

Também pode ser indicada nos casos de desnutrição, arteriosclerose, doença arterial coronariana, colesterol. 

As folhas também podem ser consumidas cozidas em: sopas, bolos, pães e guisados.

A vagem pode ser usada verde e fresca, e quando cozidas tem sabor parecido com ervilhas.

As sementes podem ser torradas ou cozidas com sal e usadas como vermífugo.

No Brasil, a farinha da folha é utilizada pela Pastoral da Criança, em estados do Norte e do Nordeste para alimentação de populações com carências nutricionais.

No interior de São Paulo (Marília) há um projeto chamadoMoringa oleifera – A árvore da vida” em parceria do Trees for Future e do Instituto Sócio Ambiental Árvores para o Futuro (ISAAF) que utiliza a farinha da folha de moringa em escolas do estado de São Paulo.

Outras formas de utilização: A Moringa também é utilizada para fabricação de ração de animais, biocombustível e também para recuperação de solo e limpeza de água.
Contra-indicações: Segundo Cândida Cardoso, delegada do Ministério do Desenvolvimento Rural de Santa Cruz, pode: conduzir a problemas cardíacos, poderá aumentar a produção de glóbulos vermelhos, o que deixará o indivíduo “mais propenso” a um acidente vascular cerebral (AVC). Pode também baixar de “forma brusca” a glicemia. 
Composição Fito-Química:

Sementes: oleína, polissacarídios complexos, substâncias antibióticas (pterigospermina e ramnosiloxibenzilisotiocianato).

Cascas do caule: alcalóide, resinas, mucilagem, ácido margarico, benico e moringuico. 

Folhas:

Proteína: 24,5 g por 100 g de farinha de folha de moringa.

Sua possui um elevado valor  de Proteína quando comparado com outros vegetais.

Minerais:  Cálcio, Potássio, Enxofre e Magnésio.

Obs.: Esses teores de minerais podem variar durante os diversos períodos do ano. Fatores climáticos e formas de cultivo interferem na composição de nutrientes, que consequentemente traz essa variação.

Ácidos Graxos: foram encontrado sete tipos  na farinha da folha, os quais em média 69,4% são ácidos graxos poli-insaturados. O Ácido Linolênico é o encontrado em maior proporção. Este é o precursor dos ácidos graxos poli-insaturados da série ω-3 e 6 de cadeia mais longa. O primeiro ácido não pode ser sintetizado pelos animais, inclusive o homem, portanto é considerado ácido graxo essencial.

Os demais ácidos graxos insaturados encontrados foram: linoleico e o docosaexaenoico. O ácido linoleico é precursor dos ácidos graxos poli-insaturados ω-6 de cadeia mais longa, também considerado ácido graxo essencial. O ácido graxo poli-insaturado da série ω-3, ácido docosaexaenoico (DHA), apresenta ação anti-inflamatória.

Vitamina C:  em testes foi detectada uma quantidade muito baixa de Ácido Ascórbico (Vitamina C), mas isso quem sabe se deve  a forma de preparo, pois esse ácido é muito sensível a algumas intervenções.

Carotenoides: Apresenta quantidade de carotenoides totais (entre 358 a 436 mg 100 g-1 de amostra), com predominância de Luteína.

A folha apresenta teores elevados de Luteína se comparado com outros alimentos considerados fontes, como couve cru, couve cozida, espinafre cru.

E o teor de β-caroteno é elevado se comparado com vegetais, como brócolis, folha do aipo, couve e chicória.

O teor de Luteína encontrada é estatisticamente igual para todos os meses analisados, enquanto que a β-criptoxantina e o β-caroteno varia significativamente entre os meses de coleta.  Segundo pesquisadores informam que essas diferenças qualitativas e quantitativas de carotenoides, podem estar relacionadas a fatores como: cultivo, variedade da planta, maturidade no momento da colheita, clima, região de cultivo, parte da planta utilizada, condições durante a produção e condições pós-colheita.

O consumo regular do alimento com Luteína está relacionado com baixo risco de doenças cardiovasculares, prevenção de alguns tipos de câncer, catarata e degeneração macular e envelhecimento. O consumo de cerca de 10 g de farinha de moringa por dia irá fornecer cerca de 30,4 mg de luteína.

Obs.: A utilização das folhas e sua várias formas de uso não causam como resultado o aumento da glicose, pois ela tem a capacidade de não se transformar em açúcares como outros vegetais.



Outros:

Fibras, Ácido Clorogênico e Rutina.


Farinha de Moringa

Ingredientes: Folhas maduras secas de Moringa.
Existem dois modos para o preparo da farinha de moringa.

Modo de preparo: Secar as folhinhas de moringa em uma peneira em local fresco e à sombra por vários dias até que estejam quebradiças. Coloque-as no liquidificador para transformá-las em um pó fino ou soque-as num pilão. Armazene em um vidro escuro, na parte de baixo da geladeira.

Modo de preparo em regiões de muita umidade (com possibilidade das folhas mofarem): Retire os pecíolos das folhinhas de moringa e lave-as. Deixe secar à sombra por 2 horas. Espalhe-as em tabuleiro de alumínio e leve ao forno com temperatura mínima. É aconselhável deixar o forno semi-aberto por pelo menos 30 minutos de secamento para se evitar o possível cozimento das folhas. Deixe as folhas secarem até ficarem quebradiças (em média 60 minutos). Coloque-as no liquidificador para transformá-las em um pó fino. Armazene em um vidro escuro, na parte de baixo da geladeira.
Pode-se usar essa farinha como acompanhamento de vários alimentos como, por exemplo, feijão, arroz, saladas, etc.



PÃO INTEGRAL
Ingredientes:
·                     2 xícaras (chá)de água morna
·                     1 xícara (chá) de óleo
·                     3 colheres (café) de sal
·                     3 ovos
·                     1/2 xícara (chá) de açúcar (opcional)
·                     3 tabletes ou 45g de fermento biológico (pão)
·                     3 a 5 xícaras de farinha de trigo integral
·                     farinha de trigo comum (até dar o ponto, cerca de 500 a 750g)
·                     100g de Pó de Moringa
·                      
Preparação:
1.                Bater no liquidificador a água morna, óleo, sal, ovos, açúcar e o fermento.
2.                Misturar a farinha integral, dissolvendo-a muito bem. Acrescentar a farinha de trigo e Moringa em pó aos poucos, sovando até não grudar nas mãos.
3.                Fazer uma bola com toda a massa e deixar crescer até dobrar de volume, coberta por um pano de prato limpo. Fazer os pães nos formatos desejados.
4.                Deixar os pães crescendo nas assadeira, cobertos com pano de prato limpo, até que, quando pressionados com o dedo, a massa permaneça afundada, não retornando ao ponto original.
5.                Assar em forno com temperatura mínima e aumentar para média somente quando começar a dourar.

Fontes:
Livro:
Plantas Medicinais no Brasil: Nativas e Exóticas – Lorenzi, Harry e Matos, F.J. Abreu – Instituto Plantarum, 2ª Edição: 2008, Nova Odessa, SP. Páginas 379 e 380.
Sites:
http://projetomoringa.blogspot.com.br/p/informacoes-cientificas.html (blog)
https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/19823237/moringa-para-todos-os-gostos
http://www.plantamed.com.br/index.html
Obs.: Todos (sites e blog) acessados aos 18.05.2017, as 19:00 hs.

Pesquisado por: Renilde Santos, Terapeuta Naturopata especialista em Plantas Medicinais, Florais e Homeopatias.
Ministrante de Cursos nas áreas Holísticas e Esotéricas em destaque o de Plantas Medicinais pela Agnes’ Natuterapias.
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